quinta-feira, 14 de julho de 2011

Charlene passou lua-de-mel a 16 quilómetros do príncipe Albert










Novos rumores embaraçosos noticiam que a princesa e o príncipe do Mónaco passaram a lua-de-mel a 16 quilómetros um do outro, em hotéis separados.
A notícia surge depois de se saber que Albert e Charlene voltaram mais cedo das férias na África do Sul para que o príncipe pudesse fazer os testes de DNA como parte de um processo multi-milionário de reivindicação de paternidade.
"Era esperado que a lua-de-mel sereia um conto de fadas na África, mas a princesa Charlene dormiu sozinha num quarto de hotel a 16 quilómetros do seu príncipe", escreveu o jornalista.
O casal ia passar a semana no hotel Oyster Box, em Umhlanga Rocks, perto de Durban, por 4500 euros por noite. A imprensa noticiava que Alberto II teria reservado a suíte presidencial com dois pisos e uma cama ornamentada, a sua própria piscina e uma banheira de mármore, tudo com vista para o Oceano Índico.
Mas o diário sul africano conta que a princesa dormiu sozinha num quarto de hotel mais barato, enquanto o marido mudou de hotel, a 14 quilómetros. “Foi confirmado pela porta-voz do hotel, Joanne Hayes, que a princesa Charlene ficou na suíte Buthelezi... e o príncipe Alberto ficou no Hotel Hilton, no centro de Durban.
A reportagem afirma ainda que na visita ao Presidente Jacob Zuma, os dois chegaram no mesmo carro, mas sairam em dois veículos diferentes.
As fotografias de Charlene tiradas durante esta semana mostraram uma mulher séria e que raramente sorri. A única vez que mostrou verdadeira felicidade foi quando o arcebispo Desmond Tutu a abraçou, durante a visita ao centro de HIV/SIDA de Cotlands em Somerset West, perto de Cape Town.
Até agora, os resultados dos testes de DNA de Alberto não foram divulgados. Escreve o ‘Daily Mail’ que, se fossem entregues os resultados, Charlene podia ter-se recusado a voltar ao principado do Mónaco visto provar-se que Alberto a teria traído.
O príncipe tem um filho de seis anos chamado Alexandre com uma mulher de Togo, Nicole Coste, e uma filha de 19 anos de idade, Jazmin, com Tamara Rotolo, uma agente imobiliária americana.
Agora, pelo menos uma outra mulher reivindica ter tido um filho iligítimo de Albert II e, tal como Nicole Coste e Tamara Rotolo, quer alguns milhões de euros para criar a criança.
Um especialista constitucional sugeriu, na semana passada, em entrevista à revista francesa VSD ,que a princesa Charlene teria um 'pacto' para produzir um herdeiro legítimo com o seu novo marido, antes de o casal poder se separar.
"É a principal razão para este casamento peculiar", disse um professor do ensino básico no liceu Albert I, no Mónaco. "Uma vez que a sucessão da dinastia seja assegurada, cada um deles pode ser livre novamente. O divórcio é uma tradição na família Grimaldi”, acrescentou.
Ambas as irmãs de Albert, as princesas Caroline e Stephanie, têm uma coleção de divórcios, enquanto o príncipe passou por numerosos relacionamentos fracassados antes de finalmente se casar, aos 53 anos, com Charlene, de 33.


Fonte: paraiba.com